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Empatia! Eu vejo flores em você!


Um certo dia, meio que de paraquedas, resolvi me inscrever num retiro quântico. Eu já me interessava pelo assunto olhando as poucas coisas que apreciam em minhas redes sociais. Então fui ao encontro do Físico Quântico Amit Goswami. Não preciso dizer que amei.

Hoje quero relembrar a principal mudança que tive em minha vida, ali. Naquele retiro, tudo proporciona uma melhor avaliação de si mesma. Um ambiente acolhedor para introspecção, natureza, técnicas e mais técnicas de meditações e então fica mais “fácil” digamos assim nos entregarmos ao nosso encontro.

Claro muito conhecimento, técnicas e quebra de paradigmas.

Sr. Amit é um senhorzinho, parece meigo, gosta de falar, olhar firme porem sereno, risadinha nos lábios constantes e observador. Após os dois primeiros dias, num momento de café da manhã, eu como sou digamos “destemida” convidei-o para sentar em minha mesa. Alguns me olharam de forma estranha, mas eu achei que ele estava querendo companhia. Rs rs rs rs rs

Não, eu queria mesmo conversar com ele.

Agradeci que ele aceitou, respirei e pedi permissão para contar o que estava acontecendo!

Sr. Amit hoje de manhã, quando acordei e vim caminhando até aqui, todos os lugares que eu olho eu me vejo. Ele ficou só olhando e continuou comendo seu pãozinho. Então Sr. Amit, a princípio eu achei que era conexão com a natureza, mesmo porque estava me referindo as coisas que via ao caminhar pela natureza até o refeitório. Mas depois, quando comecei a encontrar as pessoas, pessoas que eu não conhecia, algumas somente de vista,.... eu me via. Eu ficava surpresa, feliz e incrédula. Continuei: nossa essa sou eu há 10 anos atrás, nossa essa sou eu quando estou trabalhando, nossa essa sou amanhã, nossa essa sou eu e sou eu e sou eu.... Será que estou ficando lou...

Ele me interrompeu, olhou bem para os meus olhos é disse. Parabéns você conheceu a verdadeira empatia e compaixão. Gratidão!

Então continuamos comendo em silêncio, alguns conhecidos, sentaram juntos e começamos a nos interagir em grupo, me ofereci para tradução, pois alguns não falavam inglês e aquele primeiro momento ficou no ar, para mim. Conversamos sobre diversas coisas, assuntos e rimos bastante. Foi muito legal!

Chega 2019 e aquele momento que ficou no ar no início do ano de 2018, vêm de forma espetacular, mudar e dar sintonia em minha vida. Ainda está um pouco confuso em colocar em palavras, explicar bem explicadinho como gosto de fazer, mas uma coisa é fato. Através da empatia podemos mudar nossa vida.

Mas o que é empatia afinal?

Para mim, a empatia está sendo: a capacidade de me colocar no lugar do outro a fim de, forma genuína, entender o que se passa; captar seus sentimentos, dores e aprendizados a partir daquela percepção momentânea. É diferente da compaixão, mas tão importante quanto.

Está mudando a minha vida, claro que devagar e sempre, mas pelo simples fato de despertar a curiosidade em me colocar no lugar do outro para entender o porquê de determinada ação, reação, resposta, atitude e ou comentário.

Não precisa fazer nada, basta observar e se conectar. Observar e ver o desenrolar.

Nada está certo ou errado demais, tudo está em busca de equilíbrio constante, as variações fazem parte do nosso dia a dia, então comece a observar mais ainda as respostas e ações que lhe incomodam.

Essas com certeza necessitarão de mais empatia com próximo e mais ainda, empatia consigo mesmo! Pois ao observar ou se colocar no lugar do próximo, refletiu sentimentos: de repulsa, raiva, rejeição, deboche, “ai que saco”, “aff”, “virada de olhos” e ou desprezo, não basta somente o exercício da empatia, mas precisa entender o que está despertando reações “negativas” no corpo.

Fazer o exercício da empatia requer a maturidade do não julgamento, do entendimento do livre arbítrio e também do respeito em saber errar. Não somos e nem seremos perfeitos, mas temos obrigações: aprender com os nossos erros, nos perdoar de forma pura dos erros que cometemos e aprendemos e se for para o bem maior, permitir que o outro erre, “em paz”, sem julgamento.

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